A estreia de Cabo Verde na CAN

20 de Janeiro de 2015

CABO VERDE EMPATA NA ESTREIA

A equipa nacional cabo-verdiana estreou na CAN 2015 com uma empate que soube a pouco pelas oportunidades criadas ao longo dos noventa minutos e perante um adversário muito complicado.

Se o remate de cabeça de Varela nos primeiros minutos tivesse melhor corte o jogo era outra de certeza absoluta.

O empate verificado é um pouco injusto pela forma como a equipa nacional cabo-verdiana actuou durante os noventa minutos.

Pensámos nós que o Rui Águas deve dar maior profundidade a equipa, pois, habituado a jogar em terrenos mais recuados quer no Olhanense quer no Estoril Babanco perdeu um pouco a áurea do cérebro da equipa nacional. Nesta lógica os corredores não são tão bem alimentados e quer Kuca quer Heldon têm que vir muito atrás buscarem as bolas e dão tempo suficiente aos adversários para se recolocarem no terreno.

A estreia de Cabo verde na CANMas a equipa nacional fez um jogo muito positivo, com esses dois jogadores atrás referenciados a assumirem as despesas do jogo ofensivo do combinado crioulo. Se a equipa de todos os cabo-verdianos terminasse a primeira parte a vencer, pela margem mínima era o resultado pensámos mas justo.

Diga-se que, durante os primeiros trinta minutos da segunda parte a equipa tunisina jogou um futebol vistoso e dominou a equipa cabo-verdiana e quando o golo surgiu, era justo por causa do caudal ofensivo imposto pelo nosso adversário.

Em suma o golo de Cabo Verde surge numa jogada de contra ataque puro fruto da velocidade de Heldon, um lance que vai dividindo a opinião pública cabo-verdiana.

O meio campo precisa de ser mas expedito na transposição da bola, pois, assim evita que os avançados sejam facilmente anuláveis, visto que, os defesas adversários estão sempre bem posicionados no terreno e ficará com um grande fosso entre esse sector e a linha avançada.

Bom começo agora o importante agora é o treinador Rui Águas, melhor a equipa no aspecto de concretização das várias oportunidades criadas durante o tempo regulamentar, porque numa competição desta natureza não se pode desperdiçar tantas oportunidades de golo. Podemos argumentar que foi o mal menor este empate, porque se a equipa perdesse era mais difícil recuperar a capacidade psicológica dos jogadores.

Está tudo em aberto para o jogo de quinta-feira frente a República do Congo.

A EQUIPA - OS JOGADORES

Vozinha- Seguro e fez duas defesas de elevada categoria.

Carlitos- Devia ter evitado o cruzamento, pois, chegou um pouco atrasado para fazer a cobertura do seu adversário.

Gege- Sóbrio no seu estilo habitual.

Varela- O patrão da equipa, muito bem a comnadar todo o sector defensivo.

Stopira- Saiu do seu lugar no golo tunisino para tapar o espaço deixado por Varela e o avançado apareceu sozinho.A equipa nacional cabo-verdiana estreou na CAN 2015 com uma empate que soube a pouco pelas oportunidades criadas ao longo dos noventa minutos e perante um adversário muito complicado.

Se o remate de cabeça de Varela nos primeiros minutos tivesse melhor corte o jogo era outra de certeza absoluta.

O empate verificado é um pouco injusto pela forma como a equipa nacional cabo-verdiana actuou durante os noventa minutos.

Pensámos nós que o Rui Águas deve dar maior profundidade a equipa, pois, habituado a jogar em terrenos mais recuados quer no Olhanense quer no Estoril Babanco perdeu um pouco a áurea do cérebro da equipa nacional.

Nesta lógica os corredores não são tão bem alimentados e quer Kuca quer Heldon têm que vir muito atrás buscarem as bolas e dão tempo suficiente aos adversários para se recolocarem no terreno.

Mas a equipa nacional fez um jogo muito positivo, com esses dois jogadores atrás referenciados a assumirem as despesas do jogo ofensivo do combinado crioulo. Se a equipa de todos os cabo-verdianos terminasse a primeira parte a vencer, pela margem mínima era o resultado pensámos mas justo.

Diga-se em abono da verdade, que durante os primeiros trinta minutos da segunda parte a equipa tunisina jogou um futebol vistoso e dominou a equipa cabo-verdiana e quando o golo surgiu, era justo por causa do caudal ofensivo imposto pelo nosso adversário.

Em suma o golo de Cabo Verde surge numa jogada de contra ataque puro fruto da velocidade de Heldon, um lance que vai dividindo a opinião pública cabo-verdiana.

O meio campo precisa de ser mas expedito na transposição da bola, pois, assim evita que os avançados sejam facilmente anuláveis, visto que, os defesas adversários estão sempre bem posicionados no terreno e ficará com um grande fosso entre esse sector e a linha avançada.

Bom começo agora o importante agora é o treinador Rui Águas, melhor a equipa no aspecto de concretização das várias oportunidades criadas durante o tempo regulamentar, porque numa competição desta natureza não se pode desperdiçar tantas oportunidades de golo. Podemos argumentar que foi o mal menor este empate, porque se a equipa perdesse era mais difícil recuperar a capacidade psicológica dos jogadores.

Está tudo em aberto para o jogo de quinta-feira frente a República do Congo. Haver vamos……………

Vozinha- Seguro e fez duas defesas de elevada categoria.

Carlitos- Devia ter evitado o cruzamento, pois, chegou um pouco atrasado para fazer a cobertura do seu adversário.

Gege- Sóbrio no seu estilo habitual.

Varela- O patrão da equipa, muito bem a comnadar todo o sector defensivo.

Stopira- Saiu do seu lugar no golo tunisino para tapar o espaço deixado por Varela e o avançado apareceu sozinho.

Calú- O esteio do meio campo cabo-verdiano, muito bom tacticamente.

Nuno Rocha- Grande sentido posicional.

Babanco- Ficou em zonas mais atrasadas e já se habituou a defender e assim o meio campo crioulo fica muito defensivo, e, assim a equipa perde muito da sua magia e não haverá desequilíbrios.

Kuca- Está um senhor jogador, excelente jogo e se não fosse a inteligência do defesa tunisino ele estaria a festejar um golo de uma jogada genial que ele engendrou.

Djaninny- O mal-amado, pois, às vezes e como aconteceu numa jogada de Heldon da direita, desperdiçou uma clara oportunidade de fazer o golo, mas a forma de jogar dele é muito útil a equipa, mas precisa de ter o faro de um matador.

Heldon- O abono de família e foi muito inteligente no lance do penalty.

Ryan e Júlio entraram mas a equipa já estava fisicamente um pouco debilitada.

Vamos ver o que o técnico pensa do jogo frente a RD Congo, mas na nossa opinião devia entrar de princípio e obrigar os jogadores do meio campo a jogarem mais adiantados.

CARDOSO DA SILVA

Calú- O esteio do meio campo cabo-verdiano, muito bom tacticamente.

Nuno Rocha- Grande sentido posicional.

Ryan e Júlio entraram mas a equipa já estava fisicamente um pouco debilitada.

Vamos ver o que o técnico pensa do jogo frente a RD Congo, mas na nossa opinião devia entrar de princípio e obrigar os jogadores do meio campo a jogarem mais adiantados.

CARDOSO DA SILVA, CABO VERDE 201