


Lisboa louca, aos pulos à chuva ou no sofá fazendo tombar cervejas e amendoins com o jogo de “pernas para o ar”. Eis a "táctica emocional". Djaló atrás dos avançados e Moutinho solto nas costas. Por fim, sem mexer no losango, o Sporting a ganhar pela estratégia
Vejo o jogo do actual Barça e olho logo para a zona à frente da defesa. Onde estava Guardiola, Xavi ou Iniesta, está agora Yaya Touré. Mais físico, menos técnico, garantindo equilíbrio, mas que joga…«outro jogo». + CHELSEA-FENERBAHCE: O espaço antes da bola
A “revolução azul” ao longo de três décadas. A ideologia “pedrotiana”. 30 anos como fossem a mesma época, o mesmo código genético. Como Duda, Oliveira ou Gomes jogassem no mesmo onze de Lucho, Lisandro ou Quaresma.
É um dos traços do jogar bem: classe em sair a jogar desde trás através dos laterais. No Manchester, em vez dos laterais, são os defesas-centrais esses apoios recuados. Descodificação táctica da transição de Manchester. + BENITEZ: O «cofre-forte» de Liverpool
Uma equação táctica para perceber as razões de Tiago não se soltar na Juventus. A prisão do 4x4x2 que encarcerou o talento de um médio vocacionado para outra forma de jogar
Um «ragazzo« baixote que corre pelos relvados itaianos fazendo dos adversários quase pilares de uma gincana que termina com potentes remates; + Kapllani (Karlsruher) e Caio (E.Frankfurt)
Pode uma equipa pequena jogar como um grande? Sim. Pode uma equipa pequena treinar com um grande? Não. O culminar da progressão complexa que faz a construção do jogar de uma equipa, alternâncias e propensões; + O mito da "troca por troca"
Torres: qualidade de pensamento, qualidade de movimento. Até onde pode um jogador melhorar a capacidade técnica? + INTER-LIVERPOOL: Duelo Mancini-Benitez ; A «dupla» Inglaterra.
Kompany, como se faz um médio. O grande jogador é o que em cada jogada pensa em pelo menos quatro ou cinco ideias sobre o que fazer à bola; + A ironia de Totti:+ Cantona descodifica Ferguson
Estava de visita a Londres e resolveu aparecer para dizer «Olá!». Maradona surgiu no treino do Chelsea e os craques dos «blues» passaram a ser como miúdos de rua a pedir autografos e a tirar fotos ao lado do ídolo impossivel. É o tesouro do futebol-emocional.