Sempre que, esta época, o via jogar na II Liga francesa, com as cores do Nantes, lutando a meio da tabela, ficava cativado pelo seu talento. Mais intrigado ficava, porém, quando no jogo seguinte não era titular. Só foi em onze e na época anterior estivera emprestado ao Troyes. O talento enigmático chamava-se Ronny Rodelin. E o campeão Lille reparou nele. Elegante técnica e fisicamente no controlo e trato da bola, jogando como avançado puro, numa zona central, ou caindo para a faixa, criando a partir daí, mas sem grandes iniciativas/corridas individuais, destacando-se mais pelo passe, demarcação, remate (faz 5 golos).
Com 21 anos, é um produto tecnicamente requintado da nova geração do futebol francês.

