”Mete-me a Bola!”

06 de Fevereiro de 2017

Pode nunca fazer uma exibição esteticamente sedutora, mas com ele na frente qualquer equipa pode estar descansada que o seu ponta-de-lança vai lutar até cair para o lado. Para Tomané nunca existe uma “bola perdida”. Mesmo aquela que vai sair irremediavelmente pela linha de fundo, ele vai atrás dela.

Por vezes luta mais do que joga mas, em geral, é isso que lhe permite ganhar a bola e choca/ultrapassar os defesas adversários mais bem posicionados. Dá em apoios e remata. Pode também jogar, nessa dinâmica de jogo combativo com bola, jogar desde a faixa (puxando em diagonais) e neste Arouca isso até seria interessante de ver combinando com Walter Gonzalez a nº9. Seja em que lugar for, porém, Tomané nunca se irá impor pelo estilo.

Moral da história: no futebol todos querem ter a bola, mas há alguns que lutam mais por ela do que a outra. Eis o que faz de Tomané ser em campo melhor do que (tecnicamente) realmente é.